SINOPSE
Uma análise profunda do Teatro do Absurdo revela como essa corrente teatral, surgida após a Segunda Guerra, explora a solidão e a perplexidade da existência humana. Influenciada pelo existencialismo e pelo dadaísmo, essa forma de arte reúne autores com estilos variados, desafiando convenções e provocando discussões intensas entre o público sobre suas experiências desconcertantes.
Com uma abordagem crítica e perspicaz, são examinadas obras de dramaturgos icônicos, como Beckett e Ionesco, que capturam a sensação de um mundo sem sentido. Atualizações e um novo prefácio enriquecem a leitura, trazendo à tona a relevância contínua dessa temática.
