SINOPSE
Desde 1999, as metas fiscais impostas ao tesouro nacional têm impactado negativamente o financiamento federal da educação básica e das políticas sociais no Brasil. O superávit primário, que reflete esses interesses, se torna um indicador das prioridades orçamentárias, frequentemente em detrimento dos direitos sociais e do acesso à educação pública de qualidade.
Caminhos e estratégias são apresentados para enfrentar esse sistema de acumulação, que prejudica a população e limita o acesso a uma educação gratuita e de qualidade, essencial para o desenvolvimento social e econômico do país.








