SINOPSE
Na sociedade contemporânea, o consumo e o bem-estar dominam, fazendo com que o sofrimento, especialmente relacionado à morte, seja frequentemente silenciado. Essa cultura de negação afeta não apenas os indivíduos, mas também a formação de profissionais de saúde, que enfrentam uma interdição em discutir a morte, resultado das conquistas do iluminismo científico. A medicalização da morte e do luto, impulsionada por tecnologias, contribui para a solidão dos que estão em processo de luto.
Refletir sobre a morte e o luto nas instituições hospitalares é essencial para entender o impacto emocional nas pessoas que lidam com a perda. A conexão com os sentimentos de tristeza e a elaboração do luto são fundamentais para o processo de aceitação, permitindo que os enlutados encontrem um caminho para a cura e a reconciliação com a dor da ausência.