SINOPSE
Refletir sobre a fragilidade do ser humano na contemporaneidade é um convite à introspecção. Através de uma crítica incisiva, o texto aborda a realidade marcada pelo neoliberalismo e ultraconservadorismo, permitindo que o leitor se identifique com as inquietações levantadas. A intersecção entre filosofia, psicanálise e teologia enriquece a discussão, trazendo à tona questões que vão de Hegel a Žižek, e Freud a Lacan.
O autor investiga os limites e as possibilidades do sujeito atual, que parece estar sempre à deriva, buscando apoio em causas efêmeras. A obra provoca reflexões sobre a crise de identidade e a busca por um futuro diferente, desafiando o leitor a considerar sua própria fragilidade e resiliência.