SINOPSE
Transformações na natureza do crime revelam uma nova realidade, onde a “criminalidade simples” cede espaço para a “criminalidade complexa”. Essa mudança reflete a evolução na identificação de delitos, que agora requerem uma análise mais profunda e abrangente, considerando a proteção de bens supraindividuais e a responsabilidade de corporações. A compreensão desses novos paradigmas é essencial para a aplicação eficaz das normas.
A proposta central é explorar as características dos delitos complexos, os instrumentos normativos que os regem e os desafios enfrentados na aplicação das diretrizes tradicionais. A busca por um roteiro adequado para lidar com essa nova estrutura delitual se torna fundamental para a justiça contemporânea.