SINOPSE
Por meio da perspectiva de uma agente de estado e militante social, a narrativa explora as complexas interações entre o estado-capital e a Ocupação Pomar do Cafezal, situada em Belo Horizonte/MG. A análise se concentra nos discursos sobre o risco geomorfológico, evidenciados em laudos perito-judiciais, e nos diversos atores que compõem essa realidade.
O texto destaca a importância dos instrumentos técnicos do estado e a construção da noção de risco, revelando os conflitos discursivos entre os ocupantes e os gestores públicos, proporcionando uma reflexão profunda sobre as margens sociais e suas implicações.