SINOPSE
Uma análise profunda revela a transformação do rio da Costa em Vila Velha, Espírito Santo, um recurso hídrico essencial na colonização das terras capixabas em 1535. O leito do rio, que permitiu a entrada de embarcações no novo continente, foi cercado por densa vegetação, tornando-se um ponto crucial para o desenvolvimento da região.
A narrativa explora como esse manancial influenciou o surgimento do primeiro núcleo habitacional, destacando a relação entre o ambiente natural e a urbanização, além da busca por harmonia no desenho urbano ao longo do tempo.
