SINOPSE
Publicada pela primeira vez em 1890, a narrativa explora a busca incessante pela beleza e os limites da moralidade. Dorian Gray, um jovem de beleza estonteante, se vê fascinado por seu próprio retrato, desejando que a imagem envelheça em seu lugar. Esse desejo egoísta desencadeia uma série de eventos que questionam a verdadeira essência da vida e da arte.
Com uma abordagem filosófica, a trama revela os perigos do narcisismo e as consequências de se colocar a estética acima de tudo. A obra provoca reflexões profundas sobre a natureza humana e a busca por um ideal inatingível.