SINOPSE
A História da Arte é analisada sob a ótica do modelo psicanalítico lacaniano, destacando o retorno do real e a dinâmica de antecipações e reconstruções de eventos traumáticos. Esse conceito se reflete nos movimentos neovanguardistas e no papel central do real na arte contemporânea, desafiando a ideia de mera repetição das vanguardas anteriores.
A neovanguarda, influenciada por uma leitura dialética de Marx, propõe uma recepção crítica de elementos reprimidos nas primeiras vanguardas. Assim, os questionamentos contemporâneos sobre a instituição da arte revelam um aprofundamento significativo em relação às convenções estéticas do passado.
