SINOPSE
Publicada em 1945, esta obra representa uma análise profunda da modernidade, caracterizada pela predominância do quantitativo sobre o qualitativo e da matéria sobre o espírito. O autor explora a degeneração dos valores tradicionais, onde a qualidade do ser é reduzida a números e utilidades, refletindo um ciclo cósmico em seu estágio final. Essa fase é vista como a “idade sombria”, onde os símbolos e doutrinas perdem seu sentido.
Além da degradação, sinais de uma preparação para a restauração da ordem tradicional emergem, embora de forma involuntária. A linguagem rigorosa e simbólica proporciona uma meditação metafísica sobre o destino do mundo moderno, culminando em uma crítica cultural que desafia a percepção contemporânea.