SINOPSE
Um debate profundo emerge sobre a intersecção entre o racismo e as dinâmicas de mercado, revelando como o Estado, orientado por práticas neoliberais, perpetua um racismo biológico. A análise explora a divisão entre aqueles que recebem qualidade de vida e os que são relegados a uma existência controlada, especialmente no contexto do sistema carcerário, onde a lógica de mercado se infiltra nas políticas sociais.
As consequências desse fenômeno são evidentes nas populações carcerárias, predominantemente compostas por jovens pobres e negros, que se tornam alvos de uma indústria de controle do crime. A obra oferece uma reflexão crítica sobre as políticas criminais contemporâneas e suas implicações sociais, destacando a necessidade de compreender o racismo dentro das estruturas de mercado.