SINOPSE
Uma protagonista reflete sobre o colapso silencioso de sua vida, marcada por concessões excessivas. O naufrágio, longe de ser uma tragédia, torna-se uma metáfora poderosa para o acúmulo de medos e relações que ultrapassaram seus limites emocionais. Ao permitir que seu barco afundasse, ela descobre que perder o controle pode ser um ato de coragem.
Entre destroços invisíveis e águas internas, a narrativa aborda temas como esgotamento, desapego e o renascimento que ocorre quando se decide priorizar a própria essência. Uma jornada de autodescoberta e libertação aguarda a protagonista.