SINOPSE
Celebrada por muitos, a Semana de Arte Moderna de 1922 esconde uma complexidade que poucos percebem. A adesão dos modernistas a um receituário estético, sem uma base histórica e social adequada, resultou em um manifesto que muitas vezes se distanciou da literatura verdadeira, agravando problemas culturais já existentes. A análise do impacto dessa semana e de seus protagonistas revela uma continuidade intrigante entre diferentes correntes da literatura brasileira.
Explorar essa relação é essencial para reconhecer o valor do modernismo e suas contribuições. A revisão do passado moderno se torna urgente, permitindo uma compreensão mais rica e autêntica do que realmente restou desse período significativo na história cultural do Brasil.