SINOPSE
Um lamento de impotência permeia o gesto de luto e perda, mas também surge uma mobilidade que se levanta em busca de transformação. O gesto estético revela a ausência e a derisão, ao mesmo tempo que provoca emoção e revolta. O desejo de mudança emerge, impulsionado por uma potência que desafia a inação e a sujeição, criando um espaço crítico repleto de tensões e transgressões.
Fragmentos ensaísticos exploram a insubordinação e o levantamento, confrontando poder e potência. As relações entre submissão e revolta, manifestações estéticas e ações políticas são analisadas através de obras e teorias, destacando a dinâmica do desejo como força transformadora.
