SINOPSE
Uma visão não romantizada da maternidade revela o puerpério como um período de intensa reorganização hormonal e emocional. Nesse momento, a mulher enfrenta a dualidade de se sentir poderosa por ter gerado uma vida, enquanto lida com a vulnerabilidade de não reconhecer sua identidade fora da maternidade. Essa ambivalência é uma experiência comum e humana, onde luz e sombra se alternam rapidamente.
Entre mamadas e privação de sono, cada mãe vive sua própria jornada de transformação. O processo é único e desafiador, exigindo um ajuste interno enquanto se acolhe um novo ser. A intensidade dessa fase pode ser consciente e estruturada, mesmo sem protocolos que a preparem totalmente.