SINOPSE
Publicada em 1896, a narrativa se insere em um contexto de transição entre o gótico tradicional e uma nova confiança na razão. O cenário de um antigo castelo e um quarto supostamente assombrado serve como pano de fundo para um narrador cético que decide passar a noite no local, acreditando que o medo é fruto da superstição. À medida que a noite avança, a atmosfera tensa e opressiva provoca um embate interno, desafiando suas certezas.
Mais do que uma simples história de fantasmas, a trama explora o medo como uma força autônoma, desvinculada de qualquer origem sobrenatural. Influenciado por mestres do gênero, o autor desloca o horror para o psicológico, revelando a mente humana como o espaço mais inquietante que existe.