SINOPSE
O estudo aborda as estratégias do capital na territorialização de usinas e destilarias, destacando a precarização das relações de trabalho. A análise revela como a intensificação do trabalho e as condições degradantes afetam principalmente a mão-de-obra indígena e migrante, além de incluir os assentados nesse contexto.
Por meio de uma investigação aprofundada, são discutidas as implicações sociais e econômicas desse processo, evidenciando os desafios enfrentados pelas comunidades envolvidas e a necessidade de uma reflexão crítica sobre as práticas da agroindústria canavieira na região.
