SINOPSE
O conceito de vida é analisado em suas dimensões biológica e biográfica, desafiando a visão restrita que limita o princípio vida à mecânica corporal. A obra questiona a definição do “tempo certo da morte” e discute a ortotanásia como a única prática legal de morte assistida no Brasil.
Com uma abordagem transdisciplinar, são apresentados argumentos que defendem a criação de uma legislação mais inclusiva, reconhecendo a importância da vida biográfica. Essa proposta busca enriquecer o debate global sobre o tema, fundamentando-se em decisões judiciais que promovem a ressignificação do conceito de vida.