SINOPSE
Berlim, 1921. Um jovem de vinte e um anos assume o balcão de uma casa de penhores, onde objetos pessoais, como colheres de prata e relógios, são avaliados e registrados. A hiperinflação transforma a rotina, com clientes chegando com carrinhos cheios de notas que rapidamente perdem valor. À medida que as prateleiras se esvaziam, vidas são desmanteladas, e a aritmética da sobrevivência se torna mais silenciosa e precisa.
Um panfleto prometendo trabalho e ordem é deixado sobre o balcão, e o jovem o guarda, sentindo pela primeira vez um peso significativo. Narrado como um memorial, a narrativa explora a fragilidade das promessas e a dissolução da ordem em tempos de crise.