SINOPSE
Na economia brasileira da segunda metade do século XX, dois momentos distintos se destacam. Inicialmente, o Estado assume um papel central, promovendo um desenvolvimentismo com influências keynesianas, focado na industrialização. Com a crise do Estado a partir dos anos 1970, surge uma nova crítica que reposiciona o mercado como elemento essencial para a recuperação econômica, trazendo à tona um liberalismo que havia sido marginalizado anteriormente.
A análise do pensamento de um influente ator desse período revela como suas ideias moldaram e refletiram essas transformações. O ideário de um diplomata e economista se torna central para compreender as dinâmicas que impulsionaram essas mudanças significativas na política econômica brasileira.








