SINOPSE
Nas encostas do Douro, a colheita das uvas revela um contraste entre a abundância do passado e a escassez do presente. As paisagens outrora vibrantes, repletas de vida e cores, agora se tornam um eco distante, refletindo a tristeza das comunidades que, em cada inverno, clamam por dias melhores. A cultura da vinha, que antes florescia com exuberância, enfrenta um destino incerto, deixando um rastro de nostalgia e desolação.
Enquanto o mosto ferve nos lagares, a realidade se impõe, trazendo à tona a luta pela sobrevivência e a memória de um tempo em que a riqueza da terra era celebrada. A transformação das paisagens e das vidas humanas se entrelaça em um retrato profundo da relação entre o homem e a natureza, onde a esperança ainda resiste.