SINOPSE
As mãos de Adrian repousavam na cintura de Alice, como se a prendessem em um momento de intensa possessividade. Para ele, a jovem era como um pássaro que precisava ser contido, pois sua liberdade de expressão o incomodava profundamente. Frases como “O corpo é meu” ecoavam em sua mente, revelando o desejo egoísta de mantê-la apenas para si.
Adrian ansiava por um controle absoluto sobre Alice, desejando que ela aprendesse a se satisfazer apenas com seus toques. Essa dinâmica complexa entre liberdade e possessão transforma a relação deles em um jogo emocional intenso e provocador.
