SINOPSE
Uma análise profunda revela a universalidade da branquitude e suas consequências prejudiciais nas relações sociais. A autora compartilha experiências pessoais de discriminação em processos seletivos, onde, apesar de qualificações equivalentes, pessoas brancas eram preferidas. Essa realidade é um reflexo de um sistema que favorece a autopreservação de grupos específicos, perpetuando desigualdades.
Com base em pesquisas acadêmicas, a autora desmistifica a meritocracia, expondo um pacto não verbalizado que sustenta o poder da branquitude. A obra convida o leitor a refletir sobre as dinâmicas sociais que marginalizam e excluem, propondo uma nova perspectiva sobre inclusão e diversidade.