SINOPSE
Questões socioantropológicas sobre o cultivo e consumo de cannabis para fins terapêuticos na cidade do Rio de Janeiro são exploradas de maneira profunda. A pesquisa analisa duas perspectivas distintas: a visão das instituições que regulam a substância e a experiência dos pacientes que produzem o medicamento de forma artesanal.
Essa abordagem dual permite uma compreensão mais ampla dos desafios e das práticas envolvidas, revelando a complexidade do tema e as interações entre regulamentação e a vivência dos usuários. Uma reflexão necessária sobre um assunto em crescente relevância social.




