SINOPSE
Revisitando a trajetória do arquiteto Edgar Graeff, questões provocativas emergem: por que sua obra não é amplamente estudada na academia? A análise se concentra mais nas obras do que no pensamento dos arquitetos, desconsiderando a ética da alteridade que Graeff defendia em tempos de ditadura. A crítica arquitetônica é desafiada a refletir sobre a importância do humano em ambientes construídos, enfatizando que a arquitetura deve sempre priorizar a “morada humana”.
O legado teórico de Graeff, muitas vezes visto como ultrapassado, revela-se essencial para confrontar as realidades sociais contemporâneas. A obra de Wilton Medeiros não apenas explora as contribuições de Graeff, mas também propõe uma reflexão sobre a formação ética dos arquitetos, incentivando um retorno ao foco no humano e na crítica social, fundamentais para a prática arquitetônica.
