SINOPSE
Folhas douradas cobrem a cidade, trazendo à tona lembranças que se recusam a partir. Miguel, após a aposentadoria, vive em uma casa simples, onde os dias se arrastam entre café e livros. Uma manhã, ao folhear um volume esquecido, ele encontra uma carta antiga, escrita em uma caligrafia familiar. Essa descoberta transforma sua rotina e o leva a revisitar memórias, amores perdidos e silêncios que moldaram sua trajetória.
O outono se torna um reflexo do tempo: passado, presente e a possibilidade de reinvenção. Uma narrativa poética explora envelhecimento e memória, revelando segredos e amores que sobrevivem ao tempo. Reflexões sobre solidão e a beleza de recomeços tardios permeiam a trama, convidando o leitor a acreditar que nunca é tarde para reabrir cartas adormecidas.