SINOPSE
Questões relacionadas à exploração de riquezas em terras tradicionalmente ocupadas por povos indígenas brasileiros são analisadas, utilizando o “ouro” como símbolo da ganância no contexto da mineração. A pesquisa busca evidenciar como esse signo representa a dinâmica entre dominadores e dominados, refletindo a perpetuação da exploração ao longo dos séculos no capitalismo moderno.
Além disso, a necessidade de reconhecer a alteridade é enfatizada para combater a invisibilidade dos indígenas. A demarcação de terras é apresentada como um direito essencial, representando um passo crucial na descolonização e na preservação da dignidade e dos direitos humanos desses povos.
