SINOPSE
Desde o final do século 15, a construção da branquitude se consolidou, criando uma divisão entre os que se consideram brancos e os que são vistos como opostos. Reflexões profundas sobre essa estrutura de dominação são apresentadas através de diálogos com pesquisadores, que exploram as implicações sociais desse conceito.
Produções audiovisuais dos séculos 20 e 21 são analisadas, revelando como estereótipos prejudiciais, como a sexualização de homens e mulheres negros e a criminalização de grupos étnicos, moldaram o imaginário coletivo e perpetuaram diferentes níveis de brancura na sociedade.