SINOPSE
Trabalhadores da enfermagem constroem seu corpo de conhecimento no cotidiano, criando e recriando saberes por meio da improvisação. A discussão é embasada em teorias que destacam a subjetividade no processo de trabalho, abordando a produção de conhecimento sob diferentes perspectivas, incluindo sociologia e filosofia.
Reflexões sobre a “experiência do conhecimento” revelam como a capacidade humana permite estar simplesmente, criativamente e criticamente no mundo. A obra enfatiza a importância da intersubjetividade como motor de transformações sociais, contribuindo para um entendimento mais profundo da prática na enfermagem.