SINOPSE
Questões emergem quando símbolos históricos são contestados, como a estátua de Borba Gato em São Paulo ou a de um traficante escravista na Inglaterra. A narrativa do Ocidente, frequentemente associada ao imperialismo e à supremacia branca, é analisada sob uma nova perspectiva, onde figuras como a rainha Njinga de Angola e a poeta Phillis Wheatley ganham destaque. Essa abordagem desafia a visão eurocêntrica, revelando a complexidade de um passado habitado por diversas vozes.
Com catorze perfis, o texto ilumina personagens historicamente marginalizados, propondo uma reflexão sobre a construção da identidade ocidental. A autora convida o leitor a questionar a narrativa tradicional da Civilização Ocidental, que ignora as contribuições de povos não europeus. Ao desmantelar mitos, a obra sugere que a verdadeira história é mais rica e multifacetada do que se imagina.