SINOPSE
Entre os séculos XVI e XVIII, um rígido sistema de discriminação em Portugal e suas colônias limitava o acesso de descendentes de judeus, africanos, índios e mouros a cargos públicos e honrarias. A “pureza” do sangue determinava a honra de indivíduos e suas famílias, criando um ambiente de exclusão e manipulação social.
Ao investigar a linhagem de Felipe Pais Barreto, um membro de uma influente família pernambucana, surgem revelações sobre fraudes genealógicas que buscavam ocultar origens comprometedoras. Essa pesquisa meticulosa revela um aspecto fascinante e pouco explorado da história colonial brasileira.
