SINOPSE
Após o colapso de uma civilização baseada na razão, a consciência se encontra entre o que desapareceu e o que ainda não se manifestou. A narrativa explora o surgimento da vida em um cenário sem modelos ou garantias, onde a travessia é marcada pelo vazio e pela incerteza. A existência exige a aceitação de limites e escolhas que não podem ser totalmente calculadas.
O processo de nascimento transcende o biológico, transformando erros em condições criativas e o esquecimento em método. A vulnerabilidade do corpo se torna essencial para o aprendizado, convidando à reflexão sobre liberdade e ética em um universo onde a imperfeição é o motor da evolução.