SINOPSE
Reflexões sobre o destino de obras não realizadas permeiam a narrativa, destacando a frustração de criações que nunca se concretizaram. A impossibilidade de unir artistas de épocas diferentes ou revelar segredos íntimos levanta questões sobre o que poderia ter sido, criando um espaço de contemplação sobre a arte e suas limitações.
Um museu imaginário surge a partir dessas ausências, representando um edifício lacunar que se expande infinitamente. Essa construção simbólica provoca uma profunda reflexão sobre a criação, a memória e as possibilidades que permanecem eternamente inexploradas.
