SINOPSE
Um conto esotérico que serve como um símbolo, refletindo o interior do ser humano. Nele, o que se revela não é a carne, mas a centelha esquecida que os antigos gnósticos chamavam de pneuma. A narrativa transcende o tempo e o espaço, explorando paisagens interiores e portais que se abrem nas frestas do espírito. O protagonista, sem nome, representa um arquétipo, o que resta do homem quando o ego se esgota.
A leitura atenta pode revelar mais do que silêncio e sombra; é uma jornada que desafia a compreensão comum. Aqueles que se aventuram a olhar com os olhos do espírito poderão entrever contornos de verdades que vão além das palavras. Que essa experiência encontre quem realmente precisa dela.