SINOPSE
Nos anos 1990, surgiram sistemas de projeto que, embora não fossem chamados de BIM, já incorporavam capacidades que os direcionavam para a modelagem digital. A inteligência desses processos se destaca mais do que suas dimensões. A evolução das ferramentas digitais revela que projetos inteligentes e autônomos estão se tornando uma realidade inevitável, embora ainda haja espaço para experimentação na transformação digital.
A proposta é analisar as ferramentas BIM sob uma perspectiva cognitiva, entendendo o ato de projetar como um ato de conhecimento. A conexão entre “conhecer” e “projetar” é fundamental, e os algoritmos desempenham um papel essencial na concepção e documentação de projetos, superando resultados gráficos atraentes.