SINOPSE
Programas de Transferência de Renda na América Latina e no Caribe têm se mostrado fundamentais na luta contra a pobreza intergeracional, frequentemente vinculados a condições relacionadas à educação e saúde. Desde os anos 1990, esses programas se expandiram significativamente, tornando-se uma parte essencial da seguridade social não contributiva e das políticas sociais voltadas para os mais necessitados.
Essas iniciativas, no entanto, trazem à tona questões sobre a individualização da pobreza, ao responsabilizar os beneficiários por suas circunstâncias, sem considerar as dimensões estruturais que perpetuam a desigualdade. A análise comparativa entre Brasil, Argentina e Uruguai revela nuances importantes nesse contexto.
