SINOPSE
Fundamentos do conceito de pulsão de morte são explorados, destacando seu papel como princípio criador e suas bases filosóficas. A relação com o inconsciente e a relevância para a teoria psicanalítica são discutidas, revelando a complexidade desse conceito.
O termo “mal radical”, utilizado por Kant, refere-se à propensão natural ao mal no ser humano. Através da pulsão de morte, a autonomia é afirmada como uma força de destruição, enquanto Lacan a interpreta como uma vontade de destruição e de criação, sugerindo um ciclo de recomeço.