SINOPSE
Um fragmento manuscrito datado de 1796-1797 revela um esboço programático que busca uma nova síntese entre ética, estética e política. Preservado na caligrafia de seu autor, o texto foi publicado apenas em 1917, após um longo período de disputa sobre sua autoria e um desaparecimento durante a Segunda Guerra Mundial, sendo redescoberto em 1979.
Com uma crítica ao Estado como mera engrenagem mecânica, a obra propõe que a metafísica deve se fundamentar na moralidade e defende que o ato mais elevado da razão é estético, promovendo uma nova mitologia da razão que une filosofia e arte.