SINOPSE
Indivíduos em situação de rua enfrentam uma realidade imposta, sem vínculos formais com instituições de saúde. Suas histórias de vida permanecem desconhecidas, e a única conexão que mantêm é com a comunidade local. Os moradores, muitas vezes inconscientes, desenvolvem um entendimento sobre essas pessoas, formando um saber coletivo.
A pesquisa busca explorar as percepções e sentimentos desses moradores em relação aos que vivem nas ruas. Apesar dos desafios e preconceitos, há um potencial para que esses cidadãos se tornem agentes de saúde mental, reconhecendo a importância da inclusão e do cuidado comunitário.
