SINOPSE
Reflexões profundas sobre a natureza divina e o sofrimento humano emergem a partir da hipótese de que a divindade pode evoluir e aprender com seus erros. A contemplação do ser humano como reflexo de Deus sugere que a compreensão do sofrimento é parte essencial dessa jornada de autoconhecimento. Questões provocativas surgem: será que essa visão se aplica a outras tradições religiosas? Os deuses de outras culturas se importam com a tragédia da humanidade?
Ainda, como se encaixa o conceito de mal em um monoteísmo que afirma a onipotência e onisciência de Deus? Essas indagações instigam uma análise crítica sobre a relação entre o divino e a experiência humana.
