SINOPSE
O direito de gerar vida é fundamental, mas enfrenta desafios quando se trata da proteção das aeromoças gestantes. Após uma alteração administrativa, essas profissionais passaram a ser afastadas sem garantias de subsistência, com a previdência social negando benefícios essenciais. A situação se agrava com a proibição de voar, deixando-as em uma posição vulnerável.
Com o apoio do Sindicato Nacional do Aeronauta, essas mulheres lutam para reaver seus direitos e garantir a segurança financeira durante a gestação. A busca por justiça revela a importância de uma proteção adequada nesse contexto.
