SINOPSE
Liberdade foi a promessa da educação, mas o que se viu foram planilhas e competências. A transformação das escolas em centros de produção de habilidades resultou em aulas modulares e professores facilitadores, onde o saber se tornou um conjunto de rubricas. O discurso sedutor de formar para o mercado e desenvolver competências esconde uma lógica que prioriza o desempenho em detrimento da consciência.
Um mapa é apresentado, não para escapar do labirinto, mas para compreendê-lo. Reconhecer as paredes invisíveis e armadilhas pedagógicas é essencial para encontrar uma saída que resgate o verdadeiro sentido de educar, que vai além de medir ou adaptar.