SINOPSE
Transformações intensas moldam as formas de comunicação, impactando diretamente o jornalismo. Em um tempo marcado por autoverdade e imediatismo, a troca de informação por consumo se torna comum, enquanto a reflexão e o questionamento são deixados de lado. Nesse cenário caótico, surge a necessidade de resgatar ideais de um jornalismo mais útil, social e plural, que equilibre técnica e emoção, promovendo uma produção significativa para as novas gerações.
Análises e reflexões sobre o campo jornalístico são apresentadas, propondo um caminho teórico e prático em linguagem acessível. A obra questiona o modelo atual da informação, considerando cada fato como complexo e atrelado a uma realidade compartilhada, e propõe a conceituação de um Jornalismo Sensível, que utiliza afetos e subjetividades como ferramentas de comunicação.