SINOPSE
Um convite a atravessar portões secretos revela um espaço onde a natureza e o desejo se entrelaçam. Em meio a canteiros úmidos e perfumes densos, um jardineiro solitário cultiva não apenas plantas, mas também sensações e memórias que brotam na pele e se espalham pela alma. Cada poema representa uma estação desse jardim íntimo, onde o toque é semente e o prazer cresce em silêncio até transbordar em versos.
A linguagem delicada e envolvente explora a sensualidade como um ciclo natural: plantar, esperar, sentir e florescer. Nesse espaço, o erotismo se funde ao lirismo, transformando o jardim em uma metáfora do desejo humano — profundo, orgânico e inevitavelmente belo.