SINOPSE
Um intrigante diálogo se estabelece entre dois pensadores sobre a natureza do Jardim do Éden. Um deles defende a ideia de que esse local mítico era um espaço espiritual, separado do mundo físico, enquanto o outro argumenta que o Éden tinha uma localização geográfica concreta, situada entre o Mar Negro e o Golfo Pérsico. A discussão se aprofunda em questões sobre a criação e a queda de Adão, levantando hipóteses sobre a invisibilidade e inacessibilidade do Éden após a transgressão.
Explorações sobre a possível submersão do Jardim pelas águas do estreito de Bósforo revelam uma nova perspectiva sobre a narrativa bíblica. A obra convida o leitor a refletir sobre a intersecção entre fé e história, desafiando concepções tradicionais e propondo uma análise profunda das escrituras.