SINOPSE
A presença do capital estrangeiro, especialmente dos mercadores-banqueiros portugueses, foi crucial para o desenvolvimento econômico da Hispano-América durante o período dos Áustrias. A análise revela a suplementação da poupança local pelo fluxo de capital no circuito atlântico e as tensões entre os interesses da Coroa e as necessidades nacionais. Enquanto a realeza buscava maximizar seu patrimônio, a política europeia frequentemente se sobrepunha às necessidades do império.
A Espanha, um Estado moderno em formação, enfrentava desafios significativos para proteger seu valioso patrimônio colonial. Essa situação gerou mitos que obscurecem o desenvolvimento do capitalismo espanhol nos séculos XVI e XVII, incluindo a ideia de uma monarquia centralizada e a eficácia do controle político sobre investidores estrangeiros.
