SINOPSE
Investimentos em saneamento e habitação foram retomados a partir de 2003, impulsionados por um novo governo. Apesar da criação de mais de 10.000 conselhos de políticas públicas e do entusiasmo participativista, a herança do neoliberalismo ainda se faz sentir, com ajustes fiscais e um crescimento econômico limitado.
A persistência de um padrão fundiário excludente contribui para um impasse na política urbana, resultando em uma realidade desafiadora. A vida nas cidades brasileiras, longe de melhorar, enfrenta um cenário cada vez mais complicado e preocupante.
