SINOPSE
No contexto da era industrial, a relação entre o vivo e o inerte se torna uma questão intrigante. O corpo humano, antes visto como um mistério, é reinterpretado à luz das leis mecânicas que governam a matéria, enquanto a vida é considerada uma exceção a essas regras. A busca pela compreensão científica transforma o entendimento do corpo, reduzindo-o a um modelo mecânico, onde a vitalidade é eclipsada pela lógica das engrenagens que o compõem.
Essa nova perspectiva desafia as noções tradicionais de existência e identidade, propondo uma reflexão profunda sobre a essência do ser humano em um mundo cada vez mais dominado pela tecnologia. A interseção entre corpo e alma é reavaliada, revelando as complexidades da condição humana na era digital.