SINOPSE
Explora-se a conexão entre a figura do “historiador-viajante” e a historiografia contemporânea, destacando a construção de um bíos e a estética da existência à luz das reflexões de Foucault sobre o cinismo. A análise se concentra nos trabalhos do professor Manoel Salgado, buscando traçar um itinerário que revela as diferenças entre a historiografia tradicional do século XIX e as novas abordagens que emergem a partir de sua pesquisa.
Esses textos curtos oferecem uma reflexão profunda sobre as transformações na historiografia, questionando as narrativas estabelecidas e propondo novas perspectivas que desafiam o entendimento convencional da história e da sua relação com o presente.
