SINOPSE
Uma rica exploração do universo simbólico revela a exuberância da natureza do Pantanal. Através da voz de Bernardo da Mata, um amigo e empregado, a narrativa apresenta uma perspectiva única sobre a fala primal da natureza, característica marcante do autor. A poesia se desvia da ingenuidade, desafiando a lógica convencional e se exercitando na metalinguagem.
Frases em constante mutação entrelaçam águas, mato e pequenos seres, criando uma tapeçaria vibrante. A profundidade da obra transcende rótulos, revelando um olhar que busca descascar as palavras até suas essências mais líricas.
